Para compensar a falta de postagens hoje é uma mão cheia.
Mas desta vez só queria dizer que estou com uma fézada no ministro da educação.
É que sinceramente sinto-me muito triste com o rumo que a nossa educação leva.
As suas ideias quando não faz parte do governo eram optimas, agora......vamos lá a ver.
Mas que estou muito esperançada, é verdade.
“Acho que há um erro base: não se pode avaliar os professores sem avaliar o resultado do seu trabalho, ou seja, sem fazer exames externos aos alunos. O sistema de avaliação proposto constitui uma pressão para que os professores inflacionem as notas e passem alunos que deveriam ser retidos. Sem um processo de avaliação externa que registe os resultados e regule a atividade educativa, tudo isto pode ser muito grave.”
Prof. Nuno Crato
sexta-feira, 24 de junho de 2011
educação
Uma das coisas que gostaria de comentar é o facto que agora as crianças não podem repetir mais que 2 anos em cada ciclo.
Eu entendo e concordo, se a criança tem dificuldades que aja mais acompanhamento, um ensino especial para ela, etc.. Mas colocar estas crianças com outras que têm um grau de aprendizagem normal não é demais?
Para uma criança que aprende fácil, aplicada, esforçada, e com bom aproveitamento; não é uma desmotivação?
Eu sei que é pois tive oportunidade de falar com crianças dessas e cheguei a ouvir este comentário:
"Não vale a pena estudar! No final é a mesma coisa! E os professores repetem tantas vezes as mesmas coisas, porque aqueles burros da minha turma não aprendem, que não vale a pena eu ir todos os dias á escola!!"
Em outros países da Europa há uma pré-selecção logo no final do primeiro ciclo, onde os alunos são direccionados para os diferentes tipos de escolas conforme as suas capacidades, e que ao longo do seu percurso escolar podem alterar conforme os seus aproveitamentos.
Não me parece que estes alunos sejam traumatizados por esse facto!
Afinal não estamos a competir com outros profissionais da Europa?
Queremos que os nossos fiquem para segundo plano em relação ao resto dos académicos da Europa?
Porque não diferenciar os estudos de maneira que se puxe mais pelos alunos com capacidades para isso?
Porque teremos de ter ensino facilitados para todos? Como podemos competir no mercado assim?
Eu entendo e concordo, se a criança tem dificuldades que aja mais acompanhamento, um ensino especial para ela, etc.. Mas colocar estas crianças com outras que têm um grau de aprendizagem normal não é demais?
Para uma criança que aprende fácil, aplicada, esforçada, e com bom aproveitamento; não é uma desmotivação?
Eu sei que é pois tive oportunidade de falar com crianças dessas e cheguei a ouvir este comentário:
"Não vale a pena estudar! No final é a mesma coisa! E os professores repetem tantas vezes as mesmas coisas, porque aqueles burros da minha turma não aprendem, que não vale a pena eu ir todos os dias á escola!!"
Em outros países da Europa há uma pré-selecção logo no final do primeiro ciclo, onde os alunos são direccionados para os diferentes tipos de escolas conforme as suas capacidades, e que ao longo do seu percurso escolar podem alterar conforme os seus aproveitamentos.
Não me parece que estes alunos sejam traumatizados por esse facto!
Afinal não estamos a competir com outros profissionais da Europa?
Queremos que os nossos fiquem para segundo plano em relação ao resto dos académicos da Europa?
Porque não diferenciar os estudos de maneira que se puxe mais pelos alunos com capacidades para isso?
Porque teremos de ter ensino facilitados para todos? Como podemos competir no mercado assim?
olá
Estive um pouco afastada, já há algum tempo que queria vir comentar umas coisitas, mas também....não tem havido nada de muito importante para comentar.
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